H2T - HipHop Tuga
HIPHOP PORTUGUÊS :: H2T - WWW.H2TUGA.NET BREAKDANCE :: DJ'ING :: GRAFFITI :: MC'ING
H2T - HipHop Tuga H2T - HipHop Tuga
H2T - HipHop Tuga H2T - HipHop Tuga H2T - HipHop Tuga H2T - HipHop Tuga H2T - HipHop Tuga
H2T - HipHop Tuga H2T - HipHop Tuga
Rapresentar - Rádio Zero
H2T - HipHop Tuga
H2T - HipHop Tuga H2T - HipHop Tuga H2T - HipHop Tuga H2T - HipHop Tuga H2T - HipHop Tuga
 
 
 
     
H2T - HipHop Tuga - Menu
 
Actualizações H2T - HipHop Tuga
H2I - HipHop Internacional H2T - HipHop Tuga
  » Actualidade
  » Artigos de Opinião
  » Heads Up
  » Clipboard
Agenda H2T - HipHop Tuga
Notícias H2T - HipHop Tuga
Breakdance H2T - HipHop Tuga
Graffiti H2T - HipHop Tuga
MC/DJ H2T - HipHop Tuga
Produção H2T - HipHop Tuga
Downloads H2T - HipHop Tuga
Reportagens H2T - HipHop Tuga
Fotos H2T - HipHop Tuga
Livros H2T - HipHop Tuga
Poesia H2T - HipHop Tuga
Rádio / Jukebox H2T - HipHop Tuga
Recortes Imprensa H2T - HipHop Tuga
Passatempos H2T - HipHop Tuga
Fórum H2T - HipHop Tuga
Sobre o H2T H2T - HipHop Tuga
Mailing list H2T - HipHop Tuga
Links H2T - HipHop Tuga
   
H2T - HipHop Tuga - Pesquisa
 
H2T - HipHop Tuga Reportagens » H2T - HipHop Tuga
Reportagens - H2T - HipHop Tuga
> H2T > Reportagens > Entrevistas > Acid Dreamer aka Mister Dream (BBoy Project)
Entrevistas
H2T - HipHop TugaAcid Dreamer aka Mister Dream (BBoy Project) - Junho/2003

Acid Dreamer (b-boy dos B-Boy Project)

“Grand Masters Of Hip-Hop 2003”

Está aí o campeonato do ano para o hip-hop nacional! Irá ocupar o fim de semana de 12 e 13 de Julho e terá lugar em Almada, no pavilhão Incrível Almadense.
  Este ano, para além de incluir a segunda edição do campeonato de breakdance “Portugal Battle” vai ainda estrear a competição de MC’s “Freestyle Kings”.
  Pelo meio podem contar com uma agenda bem recheada, dois dias repletos de actuações ao vivo com diversos MC’s, Writers, DJ’s e B-boys nacionais, e ainda a presença de algumas figuras internacionais. Haverá também espaço para workshops de Breakdance, Street Dance, DJ e Pro-DJ, previstos para ambas as tardes aquando a abertura de portas (por volta das 15 horas).
  A ideia subjacente aos campeonatos “Portugal Battle” e “Freestyle Kings” será demonstrar, frente a frente, num tom de desafio, as capacidades/skills que cada qual é capaz de aplicar dentro da sua vertente. A avaliação destas provas ficará a cargo de um experiente leque de jurados, responsáveis por destacar e premiar os três primeiros classificados.
  A organização deste evento está a cargo de Bboy Project que, como o próprio nome denuncia, é um projecto com aposta forte na formação de b-boys e b-girls, acumulando ainda a importante tarefa de organização de eventos na área do hip-hop (para quem não conhece www.bboyproject.com). O seu actual representante é o b-boy Zé Acid Dreamer, mas podemos destacar também a forte colaboração de longa data do DJ French.
  Com o intuito de conhecer melhor este projecto, e fazer crescer as expectativas em redor deste festival, falámos com o seu principal responsável: um jovem b-boy de 32 anos, que sonha bem alto, sempre de olhos fixos no hip-hop.

- Podes fazer-nos uma breve apresentação do que é o BBOY PROJECT.
  Acid Dreamer - Bboy Project nasceu através de dois elementos, eu e o Vítor Alfama (b-boy Alfa). Éramos apaixonados pelo breakdance desde putos, tínhamos um grupo de breakdance. Nós dançámos muitos anos, houve uma altura em que o breakdance desapareceu no nosso país mas nós continuámos. Só relativamente há seis anos atrás, quando vimos de novo o breakdance a ganhar interesse por cá é que pensámos, porque não juntarmo-nos e começar a trabalhar mesmo num projecto de breakdance? E o projecto somos nós, começámos a avançar para a frente, a organizar uma festinha ali, outra acolá, até atingirmos uma área mais profissional.
  Mas foi complicado porque ao principio ninguém ligava ao hip-hop, nem break nem nada... “O que é que é isso?!”. Só com base nalgum currículo que fomos ganhando é que conseguimos que a Câmara Municipal de Almada (e devo frisar o grande apoio da Câmara de Almada) nos desse ouvidos, respeitasse e ganhasse interesse pelo nosso trabalho, senão era muito difícil.
  E depois o projecto começou a crescer, não só com o breakdance, começámos a fazer eventos onde estavam presentes as quatro vertentes, o que é muito importante; Por isso, nos eventos que Bboy Project organiza agora estão sempre as quatro vertentes, sempre, sempre. E um dia decidimos abrir uma organização que organiza eventos de breakdance, workshops, e forma b-boys e b-girls, dá formação, isto é um projecto de b-boys, não é um grupo.
  O Vítor, entretanto, saiu do projecto há dois anos, com muita pena minha mas pronto, devido ao trabalho e à vida dele não pode continuar, fiquei só eu. Ele tratava muito da parte da linguagem, das cartas para a câmara, a explicar qual era o interesse, a parte pedagógica, e a câmara começou a aperceber-se que o hip-hop era importante, podia ser uma salvaguarda para os jovens, uma alternativa saudável, dentro do meio urbano. Começámos a fazer o primeiro trabalho, o segundo e a câmara abriu os olhos “Isto resulta! O pessoal gosta, funciona, é convívio, não há problemas, é porreiro…” óptimo. Depois começámos a trabalhar para outras câmaras, a enviar propostas para vários sítios, umas ligam outras não ligam, umas fazem outras não fazem… é assim.

  - Podes destacar-nos alguns eventos que Bboy Project já tenha participado ou organizado?
  Acid Dreamer - Estivemos por exemplo na Expo 2000, em Hanôver, Alemanha, onde fizemos um espectáculo de breakdance no pavilhão de Portugal, integrado no grupo Dynamite Breakers; Actuámos no Centro Cultural de Belém (com o grupo de breakdance “7th Attitude”, ao qual estou também associado), quando vieram cá os Aktuel Force, uma companhia de hip-hop de França, das mais conceituadas a nível mundial; Já fizemos e participámos em diversos debates, demonstrações e workshop’s das 4 vertentes da cultura hip-hop, alguns em colaboração com diversas câmaras municipais, como Almada, Lisboa, Palmela, Seixal… Um grande exemplo foi a organização do Seixal Graffiti 2002, onde também realizámos pequenas demonstrações e workshops de breakdance e DJ; Já fomos a vários programas de televisão divulgar o nosso trabalho e a cultura hip-hop, desde o Curto Circuito, Masterplan, Cabaret da Coxa, Casa do Toy, Sic 10 horas, até outros mais infantis para levar o breakdance até às crianças, como no Disney Kids, o Dá-lhe Gás, Zip-zap ou Batatoon; Em 2001, com o patrocinio da Yorn fizemos uma grande digressão por diversas escolas nacionais, num evento chamado “Yorn school experience”; Actuámos no cais do Gás, com 7th Attitude, nas festas da cidade de Lisboa, após as actuações ao vivo de Assassin (França) e Mind da Gap; Organizámos, juntamente com o Instituto alemão e com o Vasco Rodrigues (Fast&Clean), o espectáculo e workshop do b-boy alemão Storm, um dos melhores coreógrafos e profissionais de dança da cultura hip-hop do mundo. Fizémos as diversas eliminatórias do “Portugal Batlle 2002”, o primeiro campeonato nacional de breakdance, cuja grande final se disputou em Dezembro de 2002, em Almada. E estamos agora a preparar o segundo campeonato, que vai incluir também a primeira grande competição nacional entre MC’s, o “Freestyle Kings”; Muita coisa…
  Posso também dizer, mais a título de curiosidade, que agora há pouco tempo fui seleccionado para participar no filme publicitário da coca-cola alemã, que deve passar em portugal através do canal MTV. Vou intervir com vários movimentos de breakdance.

- Como aprendeste?
  Acid Dreamer - Tudo começou em Campo de Ourique, no Jardim da Parada, eu tinha para aí 11 ou 12 anos. Um dia vi lá um gajo a fazer “moon walk” e fiquei logo cego pelo breakdance, foi aquela paixão à primeira vista. Estive ali uma hora ou duas com ele só para aprender alguns truques e fui a correr para casa, enfiar-me no quarto, em frente ao espelho a treinar. Vê bem a pancada!
  Uns anos depois fui morar para a Cruz de Pau onde encontrei o b-boy Alfa, o Roy e o Alex: eu ia a passar pelo centro comercial e, lá em cima, naquele espaço enorme de mármore, estavam eles a treinar. Começámos ali a mostrar movimentos uns aos outros e pronto, juntámos um grupo.
  Mas também costumava ir todos os fins de semana para a praça da Figueira a aprender com o pessoal de Lisboa. A Praça da Figueira era o ponto de encontro para os b-boys e b-girls, todos os domingos e sábados aquilo estava cheio, antigamente era cheio! O pessoal do hip-hop fazia três ou quatro rodas, era a tarde inteira com gravadores, vivia-se aquela cena duma maneira que nem imaginas.
  Eu sou um bocado dividido entre Lisboa e a margem sul, porque cresci em Lisboa e depois fui morar para a margem sul. Eu amo tanto Lisboa como gosto da margem sul.

- Como vês o actual panorama do Breakdance em Portugal?
  Acid Dreamer - Vejo os b-boys e b-girls todos muito afastados, estão feitos grupinhos que não se reúnem, não se organizam, mandam bocas uns aos outros, quase não se gostam. Eu, por exemplo, marco festas e muitos deles não aparecem. Porquê? Não sei, alguns acredito que não tenham mesmo hipóteses financeiras para estar presente, até porque os eventos que organizo são quase todos em Almada, a Câmara Municipal de Almada é das que mais tem apoiado o hip-hop.
  No meu tempo é que havia rivalidade entre grupos (e vai continuar sempre a haver, mas), hoje em dia, mesmo os mais jovens, têm de ganhar noção que é necessário aparecer nos eventos e fazer todos uma grande festa, uma competição saudável, em convívio... e isso não há, nem sequer aparecem! Estão todos muito afastados uns dos outros, é o que eu acho.

- Tens ligações/contactos também com b-boys de rua?
  Acid Dreamer - Praticamente não, porque a minha vida também não mo permite. A ligação mais directa que tenho é com pessoal de Almada, porque os encontro na rua, ou vou treinar com eles; Eles têm um sitio onde costumam treinar e eu, sempre que posso, apareço. Só não vou a Lisboa porque também não tenho muito tempo disponível, nem capacidades financeiras para tal. Neste momento não me posso dar ao luxo de pegar no meu carro e ir até Lisboa, Chelas ou à Amadora ter, por exemplo, com o Crazy ou com o Double 99, treinar com eles. Eu ia na boa… passava uma tarde maravilhosa! Para mim as melhores tardes são estar a treinar com o pessoal todo, mas isso para mim é um luxo. O pouco tempo que me sobra é para trabalhar em casa, ou então para descansar. Porque dou aulas, dou workshops, e isso cansa o corpo, os ossos, tenho de me poupar, já não tenho 18 anos nem 19, tenho 32, e já penso nisso.

- Apesar do hip-hop ser uma cultura de rua, praticas e ensinas breakdance em ginásio… muita gente afirma que isso retira alguma fidelidade ao b-boy. Qual a tua opinião?
  Acid Dreamer - Não dou em ginásios, ainda não dou em ginásios, dou na Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (é uma associação), fiquei com o espaço para a minha escola nesse local.
  Mas, respondendo à pergunta, eu acho que não. Nós temos como grande exemplo os New York City Breakers e os Rock Steady Crew, que foram dois dos mais fortes e conhecidos grupos a nível mundial, eles lutaram muito para que o breakdance evoluísse no mundo inteiro. Entraram, inclusive, no filme “Beat Street”, que foi um dos melhores filmes de hip-hop feito até hoje, onde se mostram as quatro vertentes do hip-hop a sério.
  Os New York City Breakers e os Rock Steady Crew, já quando eu era puto e dançava na rua, eles treinavam em ginásios, com uma boa aparelhagem, um chão escorregadio, com uns colchõezinhos para não se lesionarem, para não partirem o pulso, não partirem o dedo. Portanto, há melhores condições, faz-se em melhores condições.
  Eu comecei por treinar na rua, sempre treinei na rua, no principio andava com o meu cartão pela rua, mesmo a chover (nunca mais me esqueço desta cena, eu na altura estava a aprender o “wind mill”). Eu tanto treino em ginásio como treino na rua. Eu danço no ginásio, danço no palco, danço na rua, danço em qualquer sitio. Agora, se tenho um espaço muito melhor para treinar, para evoluir, trabalho em condições melhores, para a minha saúde, para os meus ossos, para as minhas articulações, para tudo. Se dou aulas nesses locais é porque são os melhores locais para praticar.
  Mas atenção, há muita gente que diz dar aulas de hip-hop em ginásios e não estão a dar aulas de hip-hop! Não sabem definir hip-hop. Lá está, o hip-hop de ginásio é falso, é a grande moda. Mas é falso porque, se calhar, não há nenhum gajo que saiba o hip-hop puro e esteja em ginásios.
  Daqui a uns anos, quando o hip-hop evoluir e os meus alunos, ou outros miúdos que estão a treinar agora, tiverem qualidade suficiente para dar aulas, de certeza que alguns deles vão para ginásios ensinar a dança hip-hop a sério que é o “break + dance”, o breakdance. Quem lá está agora está a ensinar o falso, não é, nem sequer é, então… eles estão toda a tarde aos pulinhos! (risos)... estão toda a tarde aos pulos, não fazem mais nada! O hip-hop ficou na moda e eles querem ganhar dinheiro com isso.
  O caminho que eu estou a abrir é para aqueles que hoje são apaixonados pelo hip-hop, mais tarde poderem trabalhar naquilo que gostam, dar aulas, abrir companhias, fazer espectáculos, só fazer breakdance a vida inteira. O que eu gostava de ter feito e não consegui; Só comecei a fazer agora, de há seis anos para cá. Mas é óbvio que a vida de alguns deles vai ser essa.

- O ano passado foi a primeira vez que organizaram um campeonato nacional de breakdance. Como correu?
  Acid Dreamer - Até correu bem demais para aquilo que estávamos a contar, porque o hip-hop é um fenómeno relativamente recente em Portugal e eu estava com medo que a receptividade das pessoas não correspondesse ao evento. Têm-se feito muitas festinhas para 100 pessoas, 150, 200, mas um espaço com capacidade para 2.000 pessoas (como foi o caso) já é mais complicado de encher. Eu procuro sempre levar toda a gente, não é só o pessoal do hip-hop, podem não o praticar. Há os praticantes e há os que apreciam.
  Depois também há aquele receio “vou para um festival onde vou ser roubado ou vai haver tiros”, mas em todos os eventos que eu (BboyProject) tenho organizado, não tem havido uma única confusão, nunca houve porque tem muito breakdance e o breakdance trás harmonia às festas, quando é só bandas o ambiente torna-se mais pesado, tem de haver breakdance para alegrar.
  A nível de ambiente, tiveram entre 800 a 900 pessoas e podiam ter estado muitas mais, mas a publicidade foi feita uma semana antes, estivemos à espera de muitas respostas que foram dadas já muito tarde.
  Para mim, fazer um campeonato nacional foi a realização de um sonho, e foi espectacular, todos adoraram, ficaram satisfeitos e com vontade de voltar no ano seguinte.

- E a nível do breakdance apresentado, que achaste?
  Acid Dreamer - O breakdance está ainda a evoluir. O ano passado vi algumas selecções com muita qualidade e outras ainda a crescer, houve um ou dois grupos mais ou menos fortes, mas o nível está a crescer muito. Este ano, como já estão a treinar desde o último campeonato (há mais de meio ano), estão todas muito mais fortes, vêm cheias de forças. Se o ano passado já foi espectacular e as pessoas adoraram, então acho que esta edição vai ser uma loucura, porque o campeonato vai estar muito mais sério e muito mais competitivo.

- Passado um ano o evento regressa ainda com mais destaque. Como vai ser este ano?
  Acid Dreamer - Não sei, não faço ideia. Eu nunca sei, é sempre uma incógnita. O que eu procuro é trabalhar naquilo que gosto e divulgar ao máximo possível esta cultura, mais nada, este é o meu objectivo. Por isso é que eu digo aos outros também para fazerem eventos do género, para apostarem mais.

- Queres deixar então um convite aos nossos leitores para o festival deste ano?
  Acid Dreamer - O convite é para irem ver algo que nunca viram, algo diferente. Vão poder apreciar arte urbana através de pintura, dança, música, vai haver campeonato de breakdance e competição de MC’s, vamos misturar também artistas estrangeiros (dos Estados Unidos, Espanha, França), criar um convívio internacional, vai ser espectacular, um festival único.
  No fundo é como se fosse uma exposição ao vivo, uma galeria de arte onde os “quadros” estão em cima do palco, as quatro vertentes da cultura hip-hop.
  Agora, perspectivas… no mês de Julho, eu espero encher a casa! E acho que vale bem a pena, é preferível dar 10 euros por um grande fim de semana a ver algo saudável, do que desperdiçar dinheiro em outras porcarias que só fazem mal psicologicamente e fisicamente.

- Quem quiser aprender Brekdance convosco, como é que pode fazer?
  Acid Dreamer - Podem ir ao site www.bboyproject.com, ou pelo meu telefone 91 714 54 62. Têm é que se deslocar a Almada, o único sítio fixo onde dou aulas: na Incrível Almadense, segundas e sextas das 18:30 às 20:00.
  Se estiverem atentos ao site podem também manter-se a par das novidades, dos workshops que Bboy Project vai realizando, ver quais são as datas, os locais e inscreverem-se.
  Outra hipótese é treinarem mesmo através do site, tem lá movimentos, fotos a ensinar as partes básicas, vídeos… isto para o pessoal que está no norte, no Algarve e Guarda, na Covilhã, etc, que queira aprender e não tenha possibilidade de estar connosco.
  Vão explorando, vão vendo umas coisas, vão treinando em casa, procurem aprender com alguém que saiba mais, eu ou outros que estejam a ensinar. Agora, certifiquem-se que vão aprender hip-hop a sério, senão não saem do mesmo: pé para a frente, pé para trás, pé para a frente, pé para trás, vai para o lado... e aprendem aeróbica.

- Queres deixar alguma mensagem final?
  Acid Dreamer - Vou deixar aqui uma critica, uma critica mesmo ao movimento hip-hop, a quem está no hip-hop. Para as pessoas saberem que o hip-hop (não só o hip-hop, a família, as pessoas, os amigos, a vida, tudo) só cresce com união. E quando há eventos, quando há festas, que as pessoas apareçam, vão lá, pelo menos quem for do hip-hop. Quem não for do hip-hop tem desculpa “ah, não vou porque não gosto”… mas atenção, há quem vá para conhecer e depois acaba por se apaixonar pelo hip-hop. As pessoas, se forem às festas, estão a contribuir para o crescimento do hip-hop. Porque o hip-hop está pobre a nível de eventos, não temos meios, e o pessoal tem que se unir, têm que se unir todos e contribuir para que o hip-hop cresça. Esta critica é também para os outros produtores e organizadores de eventos hip-hop, para que se unam e trabalhem todos com o mesmo objectivo, trabalhem sempre num sentido, o sentido positivo.

Por Rui Meireles para H2T - www.h2tuga.net e revista "Raio X"

H2T - HipHop Tuga - Destaques
Nova secção: H2I - HipHop Internacional
 
H2T - HipHop Tuga - Conteúdo em destaque H2T - HipHop Tuga - Conteúdo em destaque
 
Entrevistas - Raiz Urbana
 
   
H2T - HipHop Tuga - Parceiros
Rapresentar - Rádio Zero
 
Cartel Urbe
 
Revista Freestyle
 
   
     
 
 
 
  H2T - Voltar à página anterior H2T - Voltar ao topo da página  
H2T - HipHop Tuga H2T - HipHop Tuga
Os visitantes H2T podem colaborar no aperfeiçoamento do site. Se encontraste alguma informação incorrecta, ou tens novos dados relevantes a acrescentar, não hesites em contactar-nos.
H2T - HipHop Tuga H2T - HipHop Tuga
 
MYSPACE H2T / MYSPACE H2T DUELO VERBAL / YOUTUBE H2T / FOTOLOG H2T / HI5 H2T
Webdesign: TugArt | Copyright© 2003-2007 H2T - Todos os direitos reservados | Online desde 28/07/2003